Grupo Recreativo Soudoense
        Fundado em 1967
 

 

 

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No dia

No dia 02 de Novembro de 2003 será finalmente realizado o lançamento do livro dedicado a Soudos pelas 16h na Capela de Soudos.
Pelas 15h será celebrada Missa Solene, na dita Capela, acompanhada a cânticos de polifonia pelo Coral Stella Vitae.



Remeta-nos tudo o que pense de alcance para o engrandecimento da nossa terra e melhoria deste site. Entregue à direcção do G.R.S., ou aos Soudoenses: Engº José Pinto, Luis Ferreira, Carlos Eduardo Gonçalves ou a Vitor Lucas Rosa.
Um agradecimento e um abraço.

 

Grupo Recreativo Soudoense

Há cerca de setenta anos, numa casa de Luís Ferreira, nascia o Grupo Recreativo Soudoense.
Era um clube privado e os seus membros dedicavam-se ao bilhar e a jogos de mesa. Chamavam-lhe a "Casa do Bilhar", já que a modalidade que se destacava no acanhado meio Soudoense, graças à virtuosidade do taco de alguns bons executantes.
Depois, devido ao falecimento sucessivo de seus membros, o Grupo extinguiu-se. Resta, desse tempo, o nonagenário Sebastião Pinhão, sócio fundador e honorário do Grupo.
Por volta dos anos 50, surge como Pároco da Freguesia, o dinâmico Padre Vitorino. O clima entre as aldeias da paróquia era caracterizado, na época, por velhas rivalidades e o sacerdote tenta a unificação das populações criando o «Grupo de Cultura e Recreio "Os Rouxinóis do Paço"»,  que se dedicava, fundamentalmente, ao futebol e ao teatro e cuja equipa desportiva se tentou integrar elementos das várias aldeias da freguesia.
Porém,  apenas entre Soudos e Vargos a rivalidade se extingue. Entretanto e por questões de princípio e intransigência pessoal, o Padre Vitorino vê-se transferido da paróquia.
José Venâncio Pinto (cujo nome o parque desportivo adoptou) assume então a orientação do Grupo e mantém-se no seu posto até meados dos anos 60, altura em que faleceu.
É por essa altura que Germano Venâncio e Manuel Ferreira Faria metem ombros ao renascimento do Grupo Recreativo Soudoense. Conseguem, de Manuel Marques Ferreira e do Dr. Diniz da Fonseca, a dádiva de terreno para a construção do campo de futebol, do qual, posteriormente,  se veio juntar o ringue de patinagem. Até ao momento, esse complexo desportivo já custou à colectividade cerca de 4000 € (cerca de 800 contos).
Construído em 1968, o campo de jogos é fruto do apoio do Fundo de Fomento da Urbanização (390 €) e da Câmara Municipal de Torres Novas (100 €).
Curiosamente, o parque desportivo situa-se já no espaço geográfico do conselho de Tomar. Na época de construção, o Grupo solicitou um apoio à Camara daquela cidade, que lhe viria a conceder o subsídio de 1,25€ (!), o qual a Direcção, por o considerar ridículo, recusou.
No entanto, a construção do complexo desportivo deve-se, sobretudo, ao produto de festas e ao apoio de alguns soudoenses.
Em 1976, por iniciativa da DGD, com o apoio financeiro deste organismo e da Câmara de Torres Novas, avança-se à construção do ringue de patinagem, com o objectivo de fomentar o desporto na aldeia, nomeadamente a nível escolar.
Antes de Abril de 1974 o G.R.S. mantinha uma disciplina de educação física, Futebol Sénior, na 2ª divisão distrital e Futebol Junior, na 1ª divisão distrital. Porém, nesse mesmo ano, a direcção resolveu suspender todo o desporto federado.
Daí para cá a actividade é quase nula, devido a dificuldades de vária ordem e a uma certa inoperância directiva. Os jovens de Soudos que representam equipas da região, por falta de interesse pelo desporto na aldeia natal, lamenta a actual direcção.

Os corpos directivos actuais do Grupo Recreativo Soudoense são compostos por: Paulo Jorge Gonçalves Parra (Presidente da Direcção), Luís Manuel Rodrigues Ferreira (Presidente do Conselho Fiscal) e Vítor Manuel Lucas Rosa (Presidente Assembleia Geral).

Imagem: Equipa de Futebol - Júniores - Época de 73/74